
Um empresário de Canarana, Jusemar Jaime Stefanello, conhecido como Mala Som, veio a público nesta semana para esclarecer acusações ligadas ao seu suposto posicionamento político. A manifestação ocorreu após a disseminação de fake news pela oposição da candidata à prefeitura, Dra. Cláudia Gervazoni, do Partido Liberal (PL).
Segundo a nota de esclarecimento divulgada por Jusemar, ele foi contratado pelo presidente do PL e esposo da candidata, Elias Gomes de Sá, para realizar os serviços de gravações de estúdio de rádio para a campanha política. O acordo previa um investimento significativo por parte do empresário, que precisou organizar toda a estrutura do estúdio e adquirir novos equipamentos para atender às necessidades do partido.
No entanto, Jusemar afirma que, apesar do conhecimento prévio de Elias sobre os custos envolvidos e das obrigações contratadas, os pagamentos acordados não foram realizados. Tal situação deixou o empresário em uma situação financeira delicada, devido ao grande aporte feito para garantir a prestação do serviço.
Jusemar aproveitou a nota para repudiar as acusações de que seu posicionamento político estaria ligado a questões de má conduta pessoal, reafirmando que o ocorrido trata-se apenas de um problema comercial.
Em resposta à nota de Jusemar, o Partido Liberal de Canarana emitiu um comunicado justificando a descontinuidade do contrato com o empresário. A coordenação da campanha afirmou que a decisão de afastar o prestador de serviços foi tomada após observar que a conduta do empresário não estava alinhada com os valores e princípios da coligação.
"Após diversas observações, identificamos que a conduta do Sr. Mala Som não está alinhada com os valores e princípios de nossa coligação. Diante disso, a coordenação da coligação optou por afastar o profissional, sem causar danos financeiros ao mesmo", afirmou o partido.
O PL municipal lamentou que o desligamento de um prestador de serviços esteja sendo utilizado como tentativa de desviar o foco do eleitor em relação à eleição municipal. "Lamentamos que o desligamento de um prestador de serviços seja utilizado para tentar manchar o esforço conjunto de toda uma equipe e desviar o foco do eleitor em fazer a sua melhor escolha. Quando uma empresa desliga um funcionário, isso não pode ser motivo de contestação de sua política de conduta", afirmou o comunicado. O partido também reiterou que seus candidatos possuem uma trajetória pública de décadas, marcada por uma conduta ilibada.
Confira as notas na íntegra:

